MILHÕES DE ABELHAS MORTAS POR VENENOS AGRÍCOLAS Pulverização Aérea em São Paulo Brasil.

http://forumvital.blogspot.com.br/2012/02/agrotoxicos-o-veneno-esta-na-mesa-no.html

http://www.amigosdepelotas.com.br/

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/09/12/morte-misteriosa-de-abelhas-pode-afetar-producao-de-ate-cem-cultivos.htm

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Abelhas africanas (Apis mellifera scutellata). Foto: Lies Van Rompaey

Pelo menos dois herbicidas são responsáveis pela morte de 4 milhões de abelhas em Gavião Peixoto, município produtor de mel do interior de São Paulo. A suspeita foi confirmada ontem pela Prefeitura, após resultado de um laudo feito a pedido do Departamento de Agricultura e Meio Ambiente do município.

Em dezembro, após a mortandade das abelhas, apicultores fizeram boletim de ocorrência para conseguir entrar na Justiça atrás de indenização. A prefeitura encomendou um laudo para o laboratório Centerlab, que fica em Araraquara, para examinar os insetos mortos.

Os laudos divulgados ontem (18) apontaram a presença de Glifosato e Clorpirifós, dois herbicidas usados no controle de ervas daninhas e de pragas em lavouras. Centenas de colméias foram perdidas na região. Os dois agrotóxicos são permitidos no país.

Mortes de abelhas

Em 2012, o Ibama começou a reavalição de 4 agrotóxicos associados a efeitos nocivos às abelhas: Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil, proibindo a pulverização aérea. Porém, após sofrer pressão dos setores rurais que reclamaram da falta de tempo para adequação às novas regras, o Ibama e o Ministério da Agricultura flexibilizaram a norma, criando regras especiais para as culturas de soja, trigo, arroz, algodão e cana-de-açúcar.

A redução de abelhas em escala mundial é um dos principais problemas ambientais do século, já que afeta diretamente a produção dos alimentos. São as abelhas as responsáveis por pelo menos 73% da polinização das plantas, de acordo com estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), publicado em 2004.

A utilização indiscriminada de agrotóxico tem sido apontadas pelos cientistas como provável causa da chamada Desordem de Colapso da Colônia (em inglês, de Colony Collapse Disorder – CCD), quando as abelhas não conseguem voltar para as colmeias e simplesmente desaparecem no caminho.

Em grande parte dos países, como a União Europeia e Estados Unidos, a solução encontrada pelos governos foi restringir o uso de substâncias apontadas como nocivas às abelhas. No Brasil, a proibição de pulverização aérea das 4 substâncias voltou a valer esse ano. A exceção é a cultura do algodão, que poderá aplicar os venenos até julho de 2014.
Contribuição; ((o))eco – 19/02/14

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One response to this post.

  1. Posted by Lori Luci Brandt Dalla Porta on 21 de fevereiro de 2014 at 1:28 pm

    Eu sinto que esta calamidade está apenas começando…a espécie humana não estudou sobre as consequencias…vejo no meu sítio que não emprega pesticidas e adubos de fora…a mãe vendeu uma área e nunca imaginou o que hoje estamos suportando…os venenos em todas as direções pela plantação do fumo e milho transgênico….

    Responder

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