Economia de Energia & Meio Ambiente, LÂMPADAS INCANDESCENTES, a Retirada do Mercado & as Meias Verdades.

Lâmpadas incandescentes começam a ser proibidas

((o))eco
18 de Julho de 2012

As lâmpadas incandescentes de uso geral com potências de 150 e 200 watts que não atenderem exigências mínimas de eficiência energética deixaram de ser produzidas e importadas no Brasil no último dia 30 de junho. Os fabricantes e importadores tem até o dia 31 de dezembro de 2012 para vender seus estoques. Já os atacadistas e varejistas têm prazo de um ano para cumprir a determinação.  Com a medida, expressa na Portaria n° 1007, de 31 de dezembro de 2010, o Ministério de Minas e Energia quer reduzir a quantidade de lâmpadas incandescentes e elevar a participação de unidades mais eficientes, como as fluorescentes compactas e as halógenas.

A implementação das medidas de substituição das lâmpadas incandescentes é um processo gradativo. Tirar as de maior potência do mercado foi o primeiro passo. A produção de lâmpadas de 60, 75 e 100 watts será proibida em 30/06/2013, e a comercialização se encerra em 30/06/2014. Em junho de 2017, todas as potências estarão proibidas.

Segundo dados da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, uma lâmpada incandescente de 60W, que permaneça ligada 4 horas por dia, consome 7,2 kWh (quilowatts por hora) ao mês. Em comparação, uma lâmpada fluorescente compacta equivalente proporciona uma economia de 75%, ou seja, consome 1,8 kWh/mês. Esses resultados têm uma margem de variação em função da frequência de utilização e da potência de cada tipo de lâmpada.

Estimativas do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), também mostram o que aconteceria se todas as lâmpadas incandescentes em uso no setor residencial fossem substituídas simultaneamente por lâmpadas fluorescentes compactas. A economia resultante seria de aproximadamente 5,5 bilhões de kWh por ano, o que equivale ao consumo anual de todo o Distrito Federal, onde vivem 2,5 milhões de habitantes com uma das maiores rendas per capita do país. Esta economia poderia chegar a até 10 bilhões de kWh por ano, em 2030, de acordo com as projeções de crescimento do País.

As lâmpadas fluorescentes compactas, chamadas de “econômicas”, também passarão por modificações para se adequar aos níveis mínimos de eficiência, fixados pela portaria. Mas ao contrário das lâmpadas incandescentes, há vários modelos de fluorescentes compactas capazes de cumprir as exigências, o que garante que este tipo de lâmpada permanecerá à venda.

Adeus lâmpadas incandescentes

Luana Caires
06.01.2011

Ela vai virar peça de museu, foto: Ulrik.S.C

Os dias das lâmpadas incandescentes estão contados. Banidas na Austrália e na União Européia, em 2009, e em países como Venezuela, Argentina e Cuba, elas já estão sendo substituídas em cerca de 40 países, segundos dados do Programa Ambiental da ONU. De acordo com um estudo da organização, a adoção de modelos mais eficientes — como o fluorescente — pode reduzir em 2% a demanda por eletricidade para a iluminação.

No início deste mês, a Ikea, rede multinacional de lojas de mobílias e utilidades domésticas, foi a primeira a interromper a venda de lâmpadas incandescentes nos Estados Unidos. Segundo a legislação do país, a comercialização desses equipamentos será abolida em 2012. Uma pesquisa realizada pela própria Ikea revelou que 61% dos americanos não sabiam da existência dessa lei, no entanto, 81% deles concordam que a utilização de uma iluminação mais econômica é uma boa prática para o meio ambiente.

No Brasil, embora ainda populares, o consumo de lâmpadas incandescentes está caindo mesmo sem programa específico de incentivo.  Desde 2001, quando a falta de chuvas provocou um racionamento de energia nacional, houve um aumento do uso de modelos fluorescentes, cujas vendas, desde então, crescem 20% ao ano. Hoje, o país importa cerca de 80 milhões de lâmpadas fluorescentes, das quais mais de 70% vêm da China. Diante dessa competição, três das quatro fábricas de incandescentes que operavam no país fecharam as suas portas.

As incandescentes também devem ser proibidas no Brasil. Há uma proposta de portaria, em consulta, para que a mudança passe a vigorar  em 2012. Segundo a ONU, a adoção de lâmpadas mais eficientes no Brasil promoveria uma economia de US$ 2 bilhões por ano.

 

LÂMPADAS INCANDESCENTES;  MEIAS VERDADES, as lâmpadas Incandescentes CONSOMEM MAIS ENERGIA ELÉTRICA MAS A POLUIÇÃO AMBIENTAL É MÍNIMA EM SEU DESCARTE, enquanto que; AS LÂMPADAS QUE ESTÃO SENDO PROPOSTAS PARA SUBSTITUÍ-LAS SÃO MUITO MAIS NOCIVAS AO MEIO AMBIENTE, pela sua composição interna,  pois para estas funcionar necessitam de UM CIRCUITO ELETRÔNICO COM VÁRIOS COMPONENTES, Transistores, Condensadores, Resistores, E MAIS O COMPONENTE INTERNO DA LÂMPADA E UM INVÓLUCRO EXTERNO, Neste “amontoado” de peças da composição Existem Inclusive METAIS PESADOS, E,…MAIS, “embuste”, o tempo ÚTIL destas lâmpadas (ditas econômicas) É MUITO CURTO, pois o aquecimento produzido pelos “circuitos sem tolerância” (econômicos), ocasionam sua decomposição Física em um curto espaço de tempo de sua utilização.

* É UM “CAVALO DE TRÓIA”.  

Eduino de Mattos

Técnico em Eletrônica & telecomunicações.

 

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